Samar - Soluções Ambientais de Araçatuba

Esgoto

Coleta e Tratamento

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Araçatuba utiliza dois métodos para tratar seu esgoto, o que faz com que a cidade tenha 100% de coleta e tratamento: 70% do esgoto são tratados, por lodo ativado, na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) e os outros 30% pelas lagoas de estabilização. As duas estações abrangem as quatro bacias: Tropeiros, Espanhóis, Machado de Mello e Baguaçu (sub-bacia Água Branca).

Estação de Tratamento de Esgoto

A ETE-Baguaçu localizada na ART-346 em frente ao antigo lixão – está em funcionamento desde 2000 e recebe o esgoto das bacias Machado de Melo e Baguaçu (sub-bacia Água Branca), através de duas estações de bombeamento, localizadas em cada uma destas bacias contribuintes. A moderna estação é administrada pela SAMAR desde 2015.

O processo de tratamento adotado é o biológico, reduzindo a carga orgânica do esgoto em mais de 95%, garantindo a recuperação dos cursos d’água da cidade.

Esse processo consiste das seguintes etapas:

  1. Remoção da areia presente no esgoto, seguida do processo de aeração em quatro grandes tanques, onde a matéria orgânica é oxidada.
  2. Em seguida, o esgoto oxidado é decantado em três unidades circulares, de concreto armado, com 38 m de diâmetro.
  3. Do processo resultam como sub-produtos os resíduos sólidos do tratamento, que são dispostos em aterro sanitário, garantindo a completa proteção do meio ambiente.

Lagoas de Estabilização

Em Araçatuba, todo o esgoto doméstico e industrial, gerado pelas bacias Tropeiros e Espanhóis, é tratado por processo de lagoas, localizadas no Parque Industrial Maria Isabel Piza de Almeida Prado.

O sistema é composto por três lagoas, a primeira anaeróbica e as demais facultativas. O esgoto passa primeiro por uma caixa de areia gradeada para reter as sujeiras maiores.

Depois transpõe para a primeira lagoa, onde sofre o processo de depuração com ausência de oxigênio durante alguns dias. O esgoto é então transportado, naturalmente, para a segunda lagoa para o processo anaeróbico e para a terceira, para a finalização do tratamento.

O resultado do tratamento é lançado no emissário de esgoto, que tem extensão de 3km, para desaguar no corpo hídrico do córrego Lafon.